Seu doente. Se voce não estivesse morto, eu juro que o mataria. Lentamente. Atacando voce com todo meu cinismo, destilaria todo meu melhor veneno e gastaria com voce.
Quantos beijaram sua mão pedindo sua benção? Sua mão cabeluda e suja. Quantos respeitaram os limites rídículos impostos por voce que, no entanto, não respeitava os limites do pudor? Velho doente. Se naquele tempo eu fosse adulta, fosse a mulher que hoje sou, eu minaria sua falsa moral, até voce não ter mais no que acreditar.
segunda-feira, dezembro 25, 2006
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