Acordei com uma leve esperança:
Fazer as pazes com meu maior inimigo.
Eu sei reconhecer minhas fraquezas!
Mas é difícil enfrentá-las, dá trabalho....
Aí vem o Eu inimigo, se aproveita da minha fraqueza e sabota minha virtude:
Então faço-me de vítima...
Tá certo, às vezes eu sou a vítima.
Mas por que me demorar tanto nessa condição?
Tenho certeza de que sou meu pior inimigo.
Isso é um perigo quando só se pode contar consigo mesmo.
Está decidido: Mais uma vez, vou tentar o caminho das virtudes:
Ao meu maior inimigo darei minha atenção, meus consselhos, meu amor.
Sei que é mais fácil na teoria que na prática.
Meu inimigo é poderosíssimo. Ele conhece minhas fraquezas melhor que eu mesmo.
E é sempre lá que ele ataca. Não entendo bem o que ele quer.
Acho que ele quer minhas virtudes. Pois bem, vou tentar dividi-las com ele.
Se forem poucas para nós dois, tentarei produzir mais virtudes...
Acho que esse é o caminho.
E agora preciso ir.
Tenho pouco tempo.
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
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