Seu doente. Se voce não estivesse morto, eu juro que o mataria. Lentamente. Atacando voce com todo meu cinismo, destilaria todo meu melhor veneno e gastaria com voce.
Quantos beijaram sua mão pedindo sua benção? Sua mão cabeluda e suja. Quantos respeitaram os limites rídículos impostos por voce que, no entanto, não respeitava os limites do pudor? Velho doente. Se naquele tempo eu fosse adulta, fosse a mulher que hoje sou, eu minaria sua falsa moral, até voce não ter mais no que acreditar.
segunda-feira, dezembro 25, 2006
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3 comentários:
Desculpe-me por estar entrando aqui assim, sem pedir licença, mas eu sou muito curiosa e tenho a mania de ler tudo o que vejo pela frente e ainda bem, pois esta mania já me salvou de muitas encrencas. Acho que tenho alma de investigadora...rs E eu adoro desvendar mistérios. Seus posts recentes me deixaram curiosa e confesso que adorei o primeiro do topo. Aquelas palavras soaram como um soco no estômago!!! rs...
Querida! Que bom saber que voce lê tudo que vê pela frente. Cá pra nós, é melhor do que "ignorar" tudo que vê pela frente não? Bom, eu também fiquei muito curiosa com uma coisa: Se "aquelas palavras soaram como um soco no estômago" por que foi que voce "adorou"? Bom, vou arriscar responder à minha pergunta: Voce adorou porque o soco foi no estômago do "doente" da história né? Obrigada por interagir comigo, é muito bom ter sua companhia.
Muito bom!
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